A Judicialização dos conflitos familiares é o processo em que problemas e disputas dentro da família — como guarda de filhos, pensão alimentícia, convivência, separações e denúncias de violência — são levados ao sistema de justiça para serem resolvidos por meio de decisões judiciais.
Esse fenômeno ocorre quando, por diversos motivos (violência, falta de diálogo, ausência de mediação ou acordos), os conflitos deixam de ser resolvidos de forma privada ou comunitária e passam a depender da atuação do Judiciário.
Embora a judicialização possa representar uma forma de proteção e garantia de direitos, especialmente em casos de violência, ela também pode gerar desgastes emocionais, longos processos e impactos negativos nos vínculos familiares — especialmente para crianças. Por isso, é um tema que exige reflexão crítica e sensível por parte dos profissionais das áreas sociais e jurídicas.
Você sabe o que está por trás da judicialização dos conflitos familiares?
Qual o papel de advogados, juízes, promotores, assistentes sociais, psicólogos e outros profissionais nestes casos?
Como a Lei Maria da Penha, a Lei da Alienação Parental e o Agosto Lilás se conectam com a realidade de milhares de mulheres, crianças e famílias?
Vamos responder essas perguntas e discutir:
? Quando o conflito vira caso de justiça
? Redes e políticas de proteção à família, mulheres, crianças e adolescentes
? Alienação parental: proteção ou silenciamento?
Modalidade: - EAD
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